Gol suspende transporte de pets em porão das aeronaves após morte de cachorro

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Conforme a investigação, o Golden Retriever morreu durante o transporte aéreo

Da Redação

Foto: Reprodução Redes Sociais

A Gol suspendeu por 30 dias a partir desta quarta-feira, 24, o serviço de transporte de cães e gatos para viagens no porão das aeronaves. A decisão foi tomada após a morte de um cão Golden Retriever de cinco anos na segunda-feira, 22, devido a uma falha operacional durante o embarque do animal de estimação em serviço prestado pela Gollog, empresa da companhia aérea. Segundo a Gol, o objetivo é concluir o processo de investigação do caso.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), a família que era tutora do cão prestou depoimento na tarde de terça-feira, 23.

“A Delegacia do Meio Ambiente (Dicma) de Guarulhos instaurou inquérito policial para investigar todas as circunstâncias dos fatos. A mãe do tutor do animal compareceu à unidade policial e prestou depoimento”, disse a SSP.

Conforme a investigação, o Golden Retriever morreu durante o transporte aéreo. O cachorro foi encaminhado a um hospital veterinário, onde foi submetido a exames de necropsia.

“Os laudos estão em elaboração e, assim que finalizados, serão analisados pela autoridade policial, que seguirá com as demais diligências para a elucidação do caso”, acrescentou a pasta.

Entenda o caso

Joca deveria ter seguido para Sinop, em Mato Grosso, no voo 1480 de segunda-feira – o mesmo destino do seu tutor -, a partir do Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo. Mas o animal foi embarcado em um voo para Fortaleza, no Ceará.

“Assim que o tutor chegou em Sinop, foi notificado sobre o ocorrido e sua escolha foi voltar para Guarulhos para reencontrar o Joca. A Gol lamenta profundamente o ocorrido e se solidariza com a dor do seu tutor”, disse a companhia.

Por meio das redes sociais, o tutor de Joca, João Fantazzini, lamenta a perda, assim como responsabiliza a Gol pela fatalidade “Você é o amor da minha vida, desculpe por qualquer coisa. Eles precisam pagar. Mataram meu filho”, publicou nos stories do Instagram.

“Mandaram ele para Fortaleza, que nem o meu destino era. Ele ficou dentro da caixa no sol de 40 graus e ainda voltou para Guarulhos. Um voo de 2 horas que se tornou (de) 10 horas para ele”, criticou o tutor, por meio das redes sociais.

(Contém informações de Estadão Conteúdo)

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