Livro sobre presença indígena no Paraná será lançado no domingo (10) no Sesc Cadeião Cultural

WhatsApp
Facebook
LinkedIn

O Sesc Paraná e a Unidade Sesc Londrina Cadeião Cultural convidaram o artista Gustavo Caboco para a pesquisa, elaboração e edição de um material arte-educativo que aborda as relações entre os processos de colonialidade da indústria da erva-mate, os extrativismos e a presença indígena no Paraná.

Em conjunto com Juliana Kerexu, o designer gráfico Gustavo André e o fotógrafo Walter Thoms, desenvolveram o livro MUSEU SERRA MAR.

Este material atravessa os caminhos de exportação da erva-mate a partir do Museu Paranaense para a Serra do Mar até o porto e o litoral do Paraná, trazendo registros da performance “Exigências da mata”, realizada em 2020, durante o período da pandemia.

O desenvolvimento deste trabalho integra as ações do Projeto Identidades Brasilis, do Departamento nacional Do Sesc, dentro das ações de memória social e patrimônio cultural.

O evento de lançamento será no dia 10/11 (domingo), das 16h às 18h.

Na ocasião haverá um bate-papo com os autores do projeto, que compartilharão suas pesquisas, as formas de confecção deste material e como ele poderá servir de suporte arte-educativo no ensino da história e da cultura paranaense a partir da presença e das perspectivas indígenas que compõe nosso Estado. Haverá, também, distribuição de algumas unidades do livro.

Serviço: Lançamento do livro Museu Serra Mar, de Gustavo Cabocco

Quando: 10/11/2024, às 16h

Local: Sesc Londrina Cadeião Cultural (Rua Sergipe, 52 – Centro)

Sobre o projeto Projeto identidades Brasilis

SESC MEDIANDO SABERES

Com o propósito centrado na realização de ações educativas por meio de pilares afirmativos e formativos ativados por produções artístico-culturais de pessoas negras e indígenas, nasce o Identidades Brasilis. Um projeto viabilizado pelo Programa Cultura do Sesc, na qual direciona o seu foco na mediação de saberes e conhecimentos desses dois grupos étnicos.

O Projeto Sesc Identidades Brasilis vai criando vias, tal qual os afluentes de um rio, que visam suscitar questionamentos, o conhecer das produções artísticas, o diálogo sobre questões referentes às memórias das sociedades originárias e afrodiaspóricas e a discussão e a problematização das construções históricas que legitimaram o apagamento desses dois grupos ao longo dos séculos de formação do país, nesse chão Brasil.

Com o seu aspecto educativo, o projeto possibilita a valorização das produções, pesquisas, memórias e tradições dos povos originários e negros, bem como repensar acerca das questões que permeiam a formação da sociedade nacional. A fim de que o público conheça, crie e se inspire a partir das muitas vertentes que esse projeto proporciona, as ações são encadeadas para garantir às pessoas, enquanto sujeitos individuais e coletivos, dignidade, equidade e participação social.

Da Redação

Foto: Divulgação

(Com informações da Assessoria de Imprensa)

Receba as notícias direto no seu Whats!

Expediente