Londrina tem nove empresas entre as 800 maiores do País

WhatsApp
Facebook
LinkedIn

O jornal Valor Econômico, em parceria com a Serasa Experian e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), publicou nesta semana a 24ª edição do Prêmio Valor 1000, que traz as mil maiores empresas brasileiras de 28 segmentos da economia. A edição atual é baseada na análise dos balanços de 2023.

O ranking renomado colocou nove empresas de Londrina entre as maiores do Brasil, que fazem parte dos ramos supermercadista, agroindustrial, agronegócio, agroquímico, construção civil, infraestrutura, genética vegetal e cafeeiro. São elas: Muffato (113º), Cooperativa Integrada (150º lugar), Belagrícola (163º), Adama (280º), Plaenge (478º), Conasa (518º), GDM Seeds (618º), A. Yoshii (687º) e Cacique (737º).

Expansão

O Grupo Muffato está entre as maiores redes varejistas do país. Opera com as bandeiras Super Muffato (varejo) e Max Atacadista (atacarejo), além de outros serviços e negócios. A rede atua em 50 cidades do Paraná e interior de São Paulo e emprega aproximadamente 23 mil colaboradores diretos.

Ao Paraná Norte, Alberto Luis de Souza Araújo, CEO da Belagrícola, afirmou que a ótima posição no ranking é um reconhecimento “que vem através da construção das nossas partes relacionadas, então nossos clientes, nossos fornecedores, nossos financiadores e toda a sociedade”. A empresa busca continuar contribuindo para o futuro do agronegócio brasileiro, uma “potência”, na visão de Araújo.

A Conasa Infraestrutura S.A, plataforma de investimentos em concessões de infraestrutura com sede em Londrina, subiu 219 posições no ranking em comparação ao ano anterior, se destacando nos segmentos de “Transporte e Logística” e “Saneamento”. Foi também a empresa com maior evolução da receita líquida do segmento de transportes e logística, considerando a variação média nos últimos 5 anos, com crescimento de 64,4% ao ano.

Segundo a Conasa, os resultados refletem a transição do período pré-operacional de empresas como Via Brasil BR-163 e Águas do Sertão para a fase operacional, bem como a implantação de um novo modelo de gestão visando ao aumento da eficiência, padronização e otimização dos processos.

Mais uma vez, a classificação das companhias londrinenses reforça o peso do agronegócio e da construção civil para a economia da cidade. A Plaenge, por exemplo, subiu 69 posições no ranking e foi classificada pelo 11º ano consecutivo como a maior construtora do Sul do País. A empresa é também a maior do município em patrimônio líquido, totalizando R$ 1.555,8 milhões.

Da Redação

Foto: Wilson Vieira

Receba as notícias direto no seu Whats!

Expediente